
Me marcou nosso rude momento de amor.
Suas caras, taras e manias.
Cara de dono pedindo que, do seu cacete, minha boca fosse beija-flor.
Tara de boquete pela manhã e amor selvagem qualquer hora do dia
e mania de vir pra minha vida e me deixar de perna bamba.
De me fazer ficar de quatro e rebolar mais do que devia.
Assim, assim, como morena em roda de samba.
Gozando a vida como se não houvesse amanhã.
Por isso tatuei na minha alma a forma como beijas, gregamente,
me convidando, sem palavras, a deixar tudo diferente.
é só eu abrir minhas pernas - escandaradamente -
pra sentir, no fundo, bem no fundo, você jorrando bem quente.